domingo, 14 de outubro de 2007
Crueldade humana!
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Plantão Técnico para RPPN
Plantão Técnico para os interessados no reconhecimento de RPPN será na próxima segunda-feira, dia 15
A Fundação Florestal (FF), ligada à Secretaria de Estado do Meio Ambiente, realizará um Plantão Técnico, no próximo dia 15 de outubro - segunda-feira, em sua sede, em São Paulo (Rua do Horto, 931), para orientação dos interessados no reconhecimento de Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPN.
A iniciativa, desenvolvida em parceria com a Federação das Reservas Ecológicas Particulares do Estado de São Paulo - FREPESP, é decorrência da grande procura por informações, desde a publicação do Decreto Estadual 51.150, de dezembro de 2006, que estabeleceu os critérios para a criação das RPPNs em São Paulo.
Segundo a geógrafa Sandra Aparecida Leite, gerente de Desenvolvimento Sustentável da Fundação Florestal e responsável pelo Programa Estadual para as RPPN, existem muitas dúvidas em função da diferença de documentação e procedimentos adotados pelo IBAMA, pois as reservas particulares também estão previstas no SNUC – Sistema Nacional de Unidades de Conservação. “É importante fazer esses esclarecimentos já que a Fundação Florestal procura simplificar a documentação inicial a ser apresentada”, explica a geógrafa.
O presidente da FREPESP, João Rizzieri, esclarece que o número de consultas à entidade aumentou significativamente com a regulamentação da categoria pelo governo estadual, pois é grande o interesse de pessoas em proteger as áreas naturais em suas propriedades.
Antes de comparecer ao plantão, a recomendação é que os interessados consultem a Portaria FF 037/2007 no endereço eletrônico da FF (www.fflorestal.sp.gov.br), verificando os procedimentos e os documentos necessários, para que possam ser orientados adequadamente pelos técnicos, que estarão à disposição no dia 15/10, das 10 às 16 horas, na Gerência de Desenvolvimento Sustentável, na sede da FF, à Rua do Horto, 931 - capital. Aqueles que já estiverem com os documentos em ordem terão o pedido aberto na hora e encaminhado para andamento.
Maiores informações pelo telefone (11) 6997-5055, com Daniela ou Angélica.
Texto Eli Serenza (Gentilmente enviado por Edarge Marcondes)
Fonte: Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Retratos da seca
Maria (dir.) caminha até 15 quilômetros por dia para buscar águaLagoa que dá nome à comunidade Lagoa do Canto, em São Raimundo Nonato, totalmente seca após 7 meses sem chuva dificuldade para obter água não é o único ponto comum a estas quatro pessoas, que moram em quatro comunidades da zona rural de São Raimundo Nonato. Todas ingerem uma água turva, quase marrom, e possuem animais -o que implica em uma demanda ainda maior do líquido. Nenhuma delas conta com uma cisterna em sua casa.
Zélia de Sousa Marques, 46, retira água de cratera em São Raimundo Nonato.

Agostim de Sousa Martins, 70, que mora em São Braz do Piauí
Luísa Lopes Martins, 69, planta caju em São Raimundo Nonato
Pássaro morto encontrado em represa cuja água moradores de São Braz do Piauí bebem
Raimundo Pereira caminha por chão seco perto de onde mora, em São Raimundo NonatoApesar das dificuldades enfrentadas pela população rural, a prefeitura de São Raimundo Nonato contratou apenas um caminhão-pipa neste ano, de acordo com o secretário de administração, Genérton dos Santos, para a distribuição de água em escolas. Genérton diz que a recuperação de 30 poços tubulares e a abertura de quatro novos foram as únicas ações do município contra a seca. "Não investimos recursos próprios em cisternas, não", afirma. "Isso não está planejado".

Assim, a maior parte das cisternas da região são fruto da ação da Articulação do Semi-Árido (ASA), ONG que reúne mais de 700 entidades da sociedade civil para combater os efeitos da seca no país. A ASA tem um programa denominado "Um Milhão de Cisternas" que, em menos de quatro anos, construiu no Nordeste 215.777 cisternas -destas, 20.532 no Piauí, 443 em São Raimundo Nonato.
domingo, 7 de outubro de 2007
Eco Mico
Parece absurdo, mas é a proposta do “Eco Power Conference”, nome pomposo escolhido para o “Fórum Internacional de Energia Renovável e Sustentabilidade”, que será realizado nos dias 28 a 30 de novembro no “Costão do Santinho Resort”.
A coisa toda é grandiosa, a começar com os “Patrocinadores Master”, seguidos pelos “Patrocinadores” e ainda uma leva considerável de “Apoio”. Entre os palestrantes o bengalês Muhammad Yunus, economista e banqueiro ganhador do Prêmio Nobel da Paz junto com seu banco e é conhecido como "o banqueiro dos pobres" e considerado o grande mentor do microcrédito destinado aos desfavorecidos de Bangladesh.
Até aí tudo bem, mesmo o preço, quem realiza cobra o que acha considerável e quem quiser – e puder - que pague.
Mas basta uma olhada melhor nas entranhas do tal “encontro das maiores autoridades em energias renováveis e sustentabilidade” e “o acontecimento do ano”, segundo seus realizadores para sentirmos algo estranho no ar. Senão vejamos:
Para começar o local do evento, que será realizado no “Costão do Santinho Resort”, que tem entre suas atrações a “RPPN Morro da Aranha”. Seu proprietário Fernando Marcondes de Matos foi preso recentemente na operação Moeda Verde ( http://moedaverde.blogspot.com/ ), da Polícia Federal, acusado de participar de um mega esquema de corrupção e licenças ambientais fraudulentas. Entre outras investigações ele é suspeito da origem de R$ 500 mil (não declarado à Justiça Eleitoral) dados para a campanha do Deputado Federal Djalma Berger em troca da remessa pelo prefeito Dário Berger (PSDB) de um projeto de lei à Câmara de Florianópolis concedendo benefícios fiscais a empresários do turismo. A história toda é tão escabrosa e grande que é melhor não listar, mas são gravíssimas investidas contra o meio ambiente.
O “Patrocinador Master” do Fórum é o Governo do Estado de Santa Catarina. Sabendo da relação e do pensamento do Governador Luiz Henrique da Silveira com a área ambiental, é de se coçar a cabeça tentando imaginar o que se esconde por de trás de tanto oba-oba. Aliás, o Governador LHS foi o ganhador do “Prêmio Motoserra de Ouro” no ano de 2006, instituído pelo Greenpeace e pela Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), por uma gigante lista de atentados ao meio ambiente. Atualmente ele tem se empenhado em mudar a Lei da Mata Atlântica, alegando que ela “inviabiliza” o crescimento do estado.
Outro “máster” é a CELESC, Centrais Elétricas de Santa Catarina, ávida por construir 170 novas pequenas centrais hidrelétricas no estado, apenas aguardando as licenças ambientais, que o Governador Luiz Henrique reclamou ao Presidente Lula essa semana maior agilidade do Ibama.
Entre outros patrocinadores há a empresa Bunge, que está por fazer um dos maiores atentados contra a natureza em Santa Catarina ao construir uma Mineradora de Fosfato em plena Serra Geral, com um risco absurdo de um desastre ambiental sem precedentes no estado ( http://mataatlanticasc.blogspot.com ). E a Bunge é uma das “campeãs” da Lista Negra no Guia do Consumidor do Greenpeace, ( www.greenpeace.org.br/consumidores ) pela sua política de utilização de transgênicos.
A lógica do capitalismo é conseguir lucro com tudo o que for possível, nem que seja com a desgraça, com a desigualdade, doenças ou guerra. E com as mudanças climáticas não poderia ser diferente. Ou é possível acreditar nas boas intenções da turma do LHS, das grandes multinacionais e sua ganância pelo acumulo de riqueza, da destruição de ecossistemas para o plantio de monoculturas, do lobby desigual e imoral junto a classe política?
De quebra, além do nome brega, uma logomarca de péssimo gosto. Se ainda assim alguém se habilitar, uma “boa notícia”: se correr e fizer a inscrição até 16 de novembro, terá um belo desconto e pagará “apenas” R$ 2.430,00. Detalhe: não inclui hospedagem – aí é querer demais, não é mesmo?
Quer conferir? Acesse: www.ecopowerbrasil.com.br
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Governo do Paraná assina Decreto com apoio às RPPN
Ministério do Meio Ambiente assina convênios, termos de compromisso e de cooperação técnica com diversas secretarias do governo paranaense. Na foto, o governador Roberto Requião e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Foto: Theo Marques - SECS O governador Roberto Requião assinou nesta terça-feira (02) – juntamente com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o secretário do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues - os decretos de ampliação das áreas do Parque Estadual Pico do Marumbi, que passa a contar com 8.745 hectares, e do Parque Estadual do Cerrado, que terá 1.830,40 hectares. Além disso, foram criadas duas Unidades de Conservação: o Parque Estadual Vale do Codó, com 760 hectares, e o Parque Estadual de Palmas, com 181 hectares.
“Estamos tomando estas medidas por decreto, mas já determinei ao secretário Rasca que junto a Casa Civil sejam elaborados projetos de Lei para que isso seja perenizado. No meu primeiro governo criei o Parque Estadual do Guartelá e o governo que me sucedeu reduziu sua área por decreto em 90%. Não podemos permitir que isso aconteça no futuro novamente, então vamos recorrer a Assembléia Legislativa para fixar por Lei definitivamente estes Parques e estas áreas expandidas”, declarou Requião
O Parque Estadual Pico do Marumbi, na Serra do Mar, teve sua área de 2,3 mil hectares ampliada em quatro vezes – chegando a 8.745 hectares. Desde 1999 o Parque Pico do Marumbi é reconhecido pela Unesco como parte integrante do Sítio do Patrimônio Mundial da Natureza, protege ecossistemas da Floresta Atlântica e belezas naturais em estado primitivo. As montanhas são muito freqüentadas por praticantes de escalada e visitantes dispostos a percorrer trilhas e vias de caminhada. “Com esta ampliação, integramos o Parque Estadual Serra da Baitaca e o Parque Estadual Serra da Graciosa, fechando o Mosaico de Áreas Protegidas do Litoral”, explicou o secretário Rasca.
Segundo ele, todas as áreas criadas e ampliadas são consideradas pelo Ministério do Meio Ambiente como de alta relevância ambiental para a manutenção da biodiversidade e estão sujeitas às sanções de âmbito federal, agravando as penas de crimes ambientais.
Outro parque que teve sua área ampliada foi o Parque Estadual do Cerrado, localizado entre os municípios de Sengés e Jaguariaíva - passando de 420 hectares para mais de 1,8 mil hectares. “Ou seja, um acréscimo de 1,4 mil hectares voltados à conservação de um ecossistema particular na constituição biológica e geográfica do Estado, que são os últimos remanescentes expressivos do cerrado paranaense”, comentou Rasca.
NOVOS PARQUES - Além da ampliação destas áreas, também foram criadas duas Unidades de Conservação: o Parque Estadual de Palmas, que leva o nome do município onde será instalado, e Parque Estadual Vale do Codó, em Jaguariaíva.
A área escolhida para implantação do novo parque em Palmas tem cerca de 181 hectares, sendo 70 deles coberto pelo ecossistema campo nativo – que, até então, só o Parque Estadual de Vila Velha protegia no Paraná. O terreno foi cedido pelo Governo Federal ao Estado e, apesar de já existir um trabalho de gestão na área, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) definiu como prioritária a criação de uma Unidade de Conservação para dar maior apoio de preservação dos ecossistemas existentes.
A criação do Parque Estadual Vale do Codó, em Jaguariaíva, engloba o já existente Parque Municipal do Lago Azul e irá abranger uma área aproximada de 760 hectares. Nele estarão protegidas florestas de galerias, capões de araucária e vegetação típicas de campos. “O vale formado pelo Rio Codó apresenta uma formação natural particular e praticamente única no território paranaense, uma área importante em termos paisagísticos, e estratégica para a preservação da biodiversidade. A geografia, que lembra a de um cânion, é bastante úmida e favorece a formação das chamadas ‘florestas de galerias”, disse Rasca. Além desta vegetação local, o parque irá proteger toda a lâmina de água formada pelo Rio Codó com cerca de cinco mil metros de comprimento e 50 metros de largura.
RPPNs – Também foi assinado o novo decreto do Estatuto Estadual de Apoio à Conservação da Biodiversidade em Terras Privadas no Estado do Paraná. Com esta nova orientação, as Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) - áreas protegidas por lei, como parques e outras Unidades de Conservação (UC), cuja gestão fica a cargo dos próprios proprietários – passarão a contar com um conjunto de benefícios como a definição de procedimento de apoio as RPPN através do ICMS Ecológico, a criação de uma rede de apoio aos proprietários, o apoio na regularização do Sistema Estadual de Reserva Legal (Sisleg), e até mesmo a criação do bônus ambiental, além da criação do Plano qüinqüenal de apoio a criação e consolidação das RPPN.
O Paraná é o Estado brasileiro com maior número de RPPNs - possui 200 das 746 existentes no país. Espalhadas por 87 municípios paranaenses, estas reservas garantem a conservação de mais de 47 mil hectares no Estado e estão situadas nas regiões Norte e Oeste e também no litoral paranaense.
Fonte: Agência Estadual de Notícias do Paraná.
sábado, 29 de setembro de 2007
Cardápio ecológico

Consumir produtos regionais pode preservar o planeta
por Elisa Correa
A idéia foi criada pela organização agrícola Coldiretti para conscientizar as pessoas de que o simples fato de comer também pode ajudar a poluir o meio ambiente. O objetivo é levar o cardápio de baixo impacto ambiental aos refeitórios de escolas, hospitais e órgãos públicos italianos.
O transporte de produtos importados, de frutas exóticas e verduras fora da estação em aviões, trens, caminhões e navios , aumenta muito a emissão de CO2 na atmosfera. A distância percorrida pelo alimento do campo até nosso prato é conhecida mundialmente como food miles e pode ser calculada. Apesar de não ser exata, dá uma idéia do estrago: na viagem de 1 quilo de cerejas argentinas até Roma, por exemplo, são percorridos 12 mil quilômetros e emitidos 16,2 quilos de CO2.
E você não precisa esperar o selo chegar ao Brasil: na próxima vez que for ao supermercado, ao mercadinho da esquina ou à feira de rua, converse com o vendedor e descubra quais são os produtos da sua região e dê preferência ao que foi plantado e colhido mais perto de você.
Fonte: Vida Simples
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
WWF descobre novas espécies no Vietnã
Lóris, espécie descoberta no Vietnã por organização ambientalA organização ambiental WWF anunciou a descoberta de novas espécies de animais e plantas na província de Thua Thien, no Vietnã.
As descobertas foram realizadas no chamado Corredor Verde, uma cordilheira de montanhas que se estende por mais de mil quilômetros do Vietnã ao Laos.A floresta, de áreas baixas e alagadas, abriga diversas espécies ameaçadas de extinção, e tem surpreendido cientistas com novas descobertas.Entre elas estão cinco orquídeas, consideradas as "supermodelos" do mundo vegetal. Há também répteis, como cobras e lagartos, e mamíferos, como lóris - descendentes de macacos que vivem em árvores do sudeste asiático.
Cientistas dizem que as descobertas são apenas 'a ponta do iceberg', e que há mais espécies desconhecidas da ciência vivendo na região.
A organização alertou para o risco às espécies apresentado por atividades ilegais, como extração de madeira, caça, mineração predatória e uso não-sustentável de recursos naturais.
Réptil é uma das espécies animais raras descobertas na província Thua Thien, no Vietnã
Cobra verde descoberta por organização ambiental no Vietnã
Rosa púrpura, uma das espécies de plantas descobertas na província vietnamita Thua Thien
Fonte: BBC Brasil
sábado, 22 de setembro de 2007
Conheça a "RPPN Mãe da Mata"
A árvore que inspirou o nome da RPPN Mãe da Mata: Uma enorme Gindiba.
Um símbolo e parte da história da região: o cultivo de cacau.Preocupante: Degelo recorde no Ártico

Imagem divulgada pela Nasa mostra que o degelo do oceano Ártico quebrou todos os recordes e encolheu neste ano mais de 1 milhão de quilômetros quadrados
CLIMA
Degelo no Ártico é maior em um século, dizem cientistas
A capa de gelo marinho flutuando sobre o oceano Ártico quebrou todos os recordes e encolheu neste ano mais de 1 milhão de quilômetros quadrados -ou quatro vezes a área do Piauí- em relação ao valor mínimo registrado previamente.
Em 16 de setembro, dizem cientistas americanos, a área de gelo marinho no Ártico era de 4,13 milhões de quilômetros quadrados. O valor mínimo mais baixo já medido por satélites até agora era de 5,32 milhões de quilômetros quadrados, em 2005.
O gelo marinho derrete todo verão naquela região, para recongelar depois. No entanto, sob a influência do aquecimento global (que foi de 3 no Ártico no último século), a porção que derrete é cada vez maior, e a que recongela, cada vez menor. O período de recongelamento deste ano já começou.
Os dados foram relatados pelo Centro Nacional de Dados sobre Gelo e Neve dos EUA. Na semana passada, a ESA (Agência Espacial Européia) já havia mostrado que o degelo seria sem precedentes, e que ele tinha aberto pela primeira vez a Passagem Noroeste, uma almejada rota marítima entre a Europa e a Ásia que até então era impassável devido ao gelo.
Embora as medições com satélites existam desde 1979, vários especialistas em gelo que analisaram os registros do Alasca e da Rússia de décadas atrás afirmam que o recuo da banquisa neste ano provavelmente é o maior do século 20. "Eu não acho que tenha havido nada parecido com o que estamos observando hoje", disse Igor Polyakov, da Universidade do Alasca, nos EUA.
Além da abertura da Passagem Noroeste, através do Canadá, a Passagem Nordeste, que circunda a Rússia, também quase foi aberta na semana passada."Estamos começando a ver o sistema responder ao aquecimento global", disse Mark Serreze, pesquisador do centro de gelo e neve dos EUA.O degelo pode causar ainda mais derretimento, já que ele expõe vastas áreas de mar. A neve reflete 80% da radiação solar, e os oceanos absorvem 90% dela, aquecendo ainda mais o planeta.
Folha Ciência - Com "The New York Times"
Imagem divulgada pela Nasa mostra que o degelo do oceano Ártico quebrou todos os recordes e encolheu neste ano mais de 1 milhão de quilômetros quadrados

